domingo, 3 de dezembro de 2017

Olá, meus amigos e amigas!

Gratidão a todos vocês!

Estamos no final de 2017 e, estou muito feliz por saber que esse blog continua sendo visitado.
Espero que levem, sempre, a ajuda e os esclarecimentos que tanto necessitam.
Obrigada a todos e todas!

Feliz Natal!
Feliz Ano Novo!

Muita Luz!

Albanita Lins de Oliveira

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Meus caros amigos!s!

Sinto-me feliz sabendo que o objetivo desse blog está sendo cumprido dia após dia com a pesquisa de todos vocês que por aqui passam. 

Obrigada a todos,

Albanita Lins de Oliveira

terça-feira, 3 de julho de 2012

Tipos de resumo

De acordo com a NBR 6028:

Resumo é a apresentação concisa dos pontos relevantes de um documento.

Tipos de resumo:

Resumo crítico - é o resumo redigido por especialista com análise crítica de um documento. Também chamado de resenha. Quando analisa apenas uma determinda edição entre várias, denomina-se recensão.

Resumo indicativo - é aquele que indica apenas os pontos principais do documento, não apresentando dados qualitativos, quantitativos etc. De modo geral, não dispensa a consulta ao original.

Resumo informativo - informa ao leitor finalidades, metodologia, resultados e conclusões do documento, de tal forma que este possa, inclusive, dispensar a consulta ao original. (Tipo aplicado nos trabalhos científicos).

Extensão dos resumos:

a) de 150 a 500 palavras os de trabalhos acadêmicos(teses, dissertações e outros) e relatórios técnico-científicos.
b) de 100   a 250 palavras os de artigos de periódicos
c) de 50 a 100 palavras os destinados a indicações breves

Observação: os resumos críticos, por suas características especiais, não estão sujeitos a limite de palavras.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Resumos técnicos de trabalhos científicos

SEVERINO, Antônio Joaquim.Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.

O resumo em questão consiste na apresentação concisa do conteúdo de um trabalho de cunho científico [...] e tem a finalidade específica de passar ao leitor uma idéia completa do teor do documento analisado, fornecendo, além dos dados bibliográficos do documento, todas as informações necessárias para que o leitor/pesquisador possa fazer uma primeira avaliação do texto analisado e dar-se conta de suas eventuais contribuições, justificando a consulta do texto integral.


Abaixo algumas colocações minhas sobre o assunto:

Notem que as palavras-chave aparecem logo abaixo do resumo. São palavras importantes  que refletem o teor de todo o seu trabalho científico e através das quais o leitor/pesquisador poderá buscar e recuperar seu trabalho para estudo e pesquisa do mesmo.Note que elas aparecem separadas por ponto.

Importante:
O resumo consta somente de um parágrafo único sem desvio nenhum no início.Coloco essa observação, mas o exemplo diz muito mais do que as palavras.
O resumo dos trabalhos científicos é do tipo informativo pois informa ao leitor finalidades, metodologia, resultados e conclusões do documento, de tal forma que este possa, dispensar a consulta ao original.Dessa forma facilita aos futuros leitores e pesquisadores de seu trabalho identificar através da leitura de seu resumo se, realmente, é necessário realizar a leitura do seu trabalho para o novo trabalho que os mesmos tem em mente.
E deverá ter de 150 a 500 palavras - essa é a quantidade de palavras estipuladas pela norma NBR 6028 para resumos de trabalhos acadêmicos(teses, dissertações e outros) e relatórios técnicos científicos.
No interior do seu trabalho científico você colocará o resumo(exemplo) dessa forma:



RESUMO

Este trabalho apresenta algumas experiências e sugestões de como trabalhar a fotografia na sala de aula. Inicialmente fala sobre Educação e Tecnologia, ressaltando que as inovações tecnológicas foram absorvidas de certa forma pelo sistema educacional e que a fotografia como uma das inovações tecnológicas revela-se como um dos recursos didáticos pedagógicos de bastante eficácia. O resgate histórico da fotografia mostra sua evolução através dos tempos e ainda não é possível celebrar seu fim diante de tantas inovações tecnológicas. O estudo revelou que é possível trabalhar de forma concreta com a fotografia ou gravura. São recursos pedagógicos baratos e úteis. Oferecendo diversas maneiras de exploração desde que acompanhada de proposta pedagógica consistente que valorize o recurso na sua essência, além de facilitar o aprendizado através da percepção visual, ela é um objeto fácil de encontrar e estar ao alcance dos alunos de todos os segmentos sociais.

Palavras – chave: Educação tecnológica. Fotografia. Ensino-aprendizagem.


Agora se você for enviá-lo para aprovação de seu trabalho em algum evento você enviará com a devida referência no início.Vamos ver o mesmo exemplo acima com a sua devida referência na parte superior do resumo.

OLIVEIRA, Albanita Lins de Oliveira.O uso da fotografia em sala de aula. 2012. Monografia (Especialização em Educação) - Universidade Federal do rio Grande do Norte, Natal,RN, 2012.


RESUMO

Este trabalho apresenta algumas experiências e sugestões de como trabalhar a fotografia na sala de aula. Inicialmente fala sobre Educação e Tecnologia, ressaltando que as inovações tecnológicas foram absorvidas de certa forma pelo sistema educacional e que a fotografia como uma das inovações tecnológicas revela-se como um dos recursos didáticos pedagógicos de bastante eficácia. O resgate histórico da fotografia mostra sua evolução através dos tempos e ainda não é possível celebrar seu fim diante de tantas inovações tecnológicas. O estudo revelou que é possível trabalhar de forma concreta com a fotografia ou gravura. São recursos pedagógicos baratos e úteis. Oferecendo diversas maneiras de exploração desde que acompanhada de proposta pedagógica consistente que valorize o recurso na sua essência, além de facilitar o aprendizado através da percepção visual, ela é um objeto fácil de encontrar e estar ao alcance dos alunos de todos os segmentos sociais.

Palavras – chave: Educação tecnológica. Fotografia. Ensino-aprendizagem.

Espero ter deixado claro a questão resumo, mas mesmo assim a próxima postagem versará ainda sobre o assunto de acordo com a NBR 6028.

sábado, 30 de junho de 2012

Curriculum Vitae

SEVERINO, Antônio Joaquim.Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.

O Curriculum Vitae  tornou-se exigência universal para todos os profissionais, particularmente nos momentos de acesso e promoção nas carreiras nas empresas, nas entidades culturais, nas instituições universitárias e nos institutos de pesquisa. O Curriculum Vitae é o registro, sob forma sinóptica e esquemática, da trajetória de formação e de atuação do profissional, de modo a expressar seu perfil científico e técnico.No universo acadêmico, o formato privilegiado de Curriculum Vitae é aquele estabelecido pelo CNPq.Esse currículo deve ser preenchido e registrado na Plataforma Lattes no Portal do CNPq, onde ficará armazenado, à disposição tanto do seu titular, para atualizações periódicas com acesso restrito mediante uso de senha que lhe será fornecida pelo CNPq, como do público em geral, apenas para consulta aberta, sendo possibilitadas a leitura e impressão. 

Memorial

SEVERINO, Antônio Joaquim.Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.

O Memorial é um documento autobiográfico.Tem importante utilidade na vida acadêmica, tanto em termo de uso institucional - para fins de concursos de ingresso e promoção na carreira universitária, de exames de seleção ou de qualificação em cursos de pós-graduação, de concursos de livre-docência - como em termos de retomada e a avaliação da trajetória pessoal no âmbito acadêmico-profissional.O Memorial constitui, pois, uma autobiografia, configurando-se como uma narrativa simultaneamente histórica e reflexiva.Deve então ser composto sob a forma de um relato histórico, analítico e crítico, que dê conta dos fatos e acontecimentos que constituíram a trajetória acadêmico-profissional de seu autor, de tal modo que o leitor possa ter uma informação completa e precisa do itinerário percorrido.Deve dar conta também de uma avaliação de cada etapa, expressando o que cada momento significou, as contribuições ou perdas que representou.O autor deve fazer um esforço para situar esses fatos e acontecimentos no contexto histórico-cultural mais amplo em que se inscrevem, já que eles não ocorreram dessa ou daquela maneira só em função de sua vontade ou de sua omissão, mas também em função das determinações entrecruzadas de muitas outras variáveis. A história particular de cada um de nós se entretece numa história mais envolvente da nossa coletividade.É assim que é importante ressaltar as fontes e as marcas das influências sofridas, das trocas realizadas com outras pessoas ou com as situações culturais.É importante também frisar, por outro lado, os próprios posicionamentos, teóricos ou práticos, que foram  sendo asumidos a cada momento.Deste ponto de vista, o Memorial deve expressar a evolução, qualquer que tenha sido ela, que caracteriza a história particular do autor.O memorial deve cobrir a fase de formação do autor, sintetizando aqueles momentos menos marcantes e desenvolvendo aqueles mais significativos; depois deve destacar os investimentos e experiências no âmbito da atividade profissional, avaliando sua repercussão no direcionamento da própria vida; o amadurecimento intelectual pode ser acompanhado relacionando-o com a produção científica, o que pode ser feito mediante a situação de cada trabalho produzido numa determinada etapa desse esforço de apreensão ou de construção do conhecimento e mediante sua avaliação enquanto tentativa de compreensão e de explicação de uma determinada temática.O Memorial se encerra, então, indicando os rumos que se pretende assumir ou que se está assumindo no momento atual, tendo como fundo a história pré-relatada.Quando elaborado para um exame de qualificação, trata-se de situar o projeto de dissertação ou tese enquanto meta atual e a curto prazo, articulando-o com os investimentos até então feitos e com aqueles que ele oportunizará para o futuro imediato.Enquanto texto narrativo e interpretativo, recomenda-se que o Memorial inclua em sua estrutura redacional subdivisões com tópicos/títulos que destaquem os momentos mais significativos. No mínimo, aqueles mais gerais, como os momentos de formação, da atuação profissional, da produção científica etc. Melhor ficaria, no entanto, se esta divisão já traduzisse uma significação temática que realçasse a especificidade daquele momento.Resta dizer ainda que o Memorial não deve se transformar nem numa peça de autoelogio nem numa peça de autoflagelo: deve buscar retratar, com a maior segurança possível, com fidelidade e tranquilidade, a trajetória real que foi seguida, que sempre é tecida de altos e baixos, de conquistas e de perdas. Relatada com autenticidade e criticamente assumida, nossa história de vida é nossa melhor referência.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Resenha, recensão de livros ou análise bibliográfica

SEVERINO, Antônio Joaquim.Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.

Resenha é uma síntese ou um comentário dos livros publicados feito em revistas especializadas das várias áreas da ciência, das artes e da filosofia.É através delas que se toma conhecimento prévio do conteúdo e do valor de um livro que acaba de ser publicado, fundando-se nesta afirmação a decisão de ler o livro ou não. Ela estrutura-se em várias partes lógico-redacionais. Abre-se com um cabeçalho, no qual são colocados informação sobre o autor do texto seguido por uma exposição sintética do conteúdo do texto e finalizando com um comentário crítico.

Obs: fiz esse pequeno resumo sobre resenha com base na obra citada acima.

domingo, 13 de novembro de 2011

A dissertação de mestrado

SEVERINO, Antônio Joaquim.Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.

Também a dissertação de mestrado deve cumprir as exigências da monografia científica. Trata-se da comunicação dos resultados de uma pesquisa e de uma reflexão, que versa sobre um tema igualmente único e delimitado. Deve ser elaborada de acordo com as mesmas diretrizes metodológicas, técnicas e lógicas do trabalho científico, como na tese de doutoramento.
A diferença fundamental em relação à tese de doutorado está no caráter de originalidade do trabalho. Tratando-se de um trabalho ainda vinculado a uma fase de iniciação à ciência, de um exercício diretamente orientado, primeira manifestação de um trabalho pesoal de pesquisa, não se pode exigir da dissertação de mestrado o mesmo nível de originalidade e o mesmo alcance de contribuição ao progresso e desenvolvimento da ciência em questão.
É difícil eliminar da dissertação de mestrado o seu caráter demonstrativo. Também ela deve demonstrar uma proposição e não apenas explanar um assunto. Esta parece ser uma exigência lógica de todo trabalho desde que tenha objetivos de natureza científica bem definidos.
Tanto a tese de doutorado como a dissertação de mestrado são, pois, monografias científicas que abordam temas únicos delimitados, servindo-se de um raciocínio rigoroso, de acordo com as diretrizes lógicas do conhecimento humano, em que há lugar tanto para a argumentação puramente dedutiva, como para o raciocínio indutivo baseado na observação e na experimentação.
Às vezes, a dissertação de mestrado e até mesmo as teses de doutorado são reduzidas a um levantamento puramente experimental de dados observados e quantitativos, fundados em procedimentos prioritária ou unicamente estatísticos. Mas sem uma reflexão interpretativa que procede inclusive por dedução, não se prova nada e não há nenhuma hipótese demonstrada. Com esta afirmação não se quer negar o valor de uma série de pesquisas, sobretudo referentes a temas pouco explorados em teses acadêmicas. É válido aceitar esses tipos de trabalhos justamente por permitirem a formação de um material básico de documentação de onde partirão outros estudos interpretativos. Apenas quer-se insistir que toda monoigrafia científica deve ser necessariamente interpretativa, argumentativa, dissertativa e apreciativa. Pesquisa experimental e reflexão racional complementam-se necessariamente na elaboração da ciência. Afinal, o objetivo de uma pesquisa é fundamentalmente a análise e interpretação do material coletado. É na consecução desse objetivo que se podem aferir os resultados da pesquisa e avaliar o avanço que ela representou para o crescimento científico da área.

Tese de doutorado

SEVERINO, Antônio Joaquim.Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.

A tese de doutorado é considerado o tipo mais representativo do trabalho monográfico. Trata-se da abordagem de um único tema, que exige pesquisa própria da área científica em que se situa, com os instrumentos metodológicos específicos. Essa pesquisa pode ser teórica, de campo, documental, experimental, histórica ou filosófica, mas sempre versando sobre um tema único, específico, delimitado e restrito.
Com maior razão do que no caso dos demais trabalhos científicos, uma tese de doutorado deve realmente colocar e solucionar um problema demonstrando hipóteses formuladas e convencendo os leitores mediante a apresentação de razões fundadas na evidência dos fatos e na coerência do raciocínio lógico.
Além disso, exige-se da tese de doutorado contribuição suficientemente original a respeito do tema pesquisado. Ela deve representar um progresso para a área científica em que se situa. Deve fazer crescer a ciência. Quaisquer que sejam as técnicas de pesquisa aplicadas, a tese visa demonstrar argumentando e trazer uma contribuição nova relativa ao tema abordado.

domingo, 30 de outubro de 2011

Trabalho de campo

EVANS-PRITCHARD, E. E. Algumas reminiscências e reflexões sobre o trabalho de campo. In: ______. Bruxaria, oráculos e magia entre os Azande. Rio de Janeiro: Zahar, 2005. p. 298-398.(Apêndice 4).

Trabalho de campo - Antropologia - Resumo.

      Segundo Evans-Pritchard não há uma única forma para a realização do trabalho de campo. Depende da pessoa, da sociedade que estuda, e das condições em que tem de fazê-lo.Ele diz que a primeira exigência para que se possa realizar uma pesquisa de campo é um treinamento rigoroso, para que se saiba como e o que observar, e o que é teoricamente significativo.É essencial percerbermos que os fatos, em si, não tem significado.Para que o possuam, devem ter certo grau de  generalidade. É preciso saber, exatamente o que se quer saber, e isso só pode ser conseguido graças a um treinamento sistemático em antropologia social acadêmica. Nosso objeto de estudo são os seres humanos portanto um trabalho de pesquisa envolve toda a nossa personalidade. Dessa forma tudo aquilo que moldou essa personalidade também está envolvido. Portanto é um trabalho que envolve cabeça, coração, sexo, idade, classe social, nacionalidade, família, escola, igreja, amizades.O que se traz de um estudo de campo depende muito do que se leva para ele. Essa foi a minha experiência, tanto em minhas próprias pesquisas, quanto do que pude concluir das de meus colegas.Todo mundo vai a uma sociedade primitiva com ideias preconcebidas mas como Malinowski costumava lembrar, as do leigo são desinformadas, em geral preconceituosas enquanto que as do antropólogo são científicas, pelo menos no sentido do que se baseiam em um considerável corpo de conhecimento acumulado e meditado. Se ele não fosse ao campo com ideias preconcebidas, não saberia o que, nem como, observar. As observações do antropólogo são infletidas por seus interesses teóricos - o que simplesmente quer dizer que ele está ciente das várias hipóteses permitidas pelo conhecimento disponível e que, se seus dados o permitirem, vai testar essas hipóteses. Não se pode estudar nada sem teoria. O antropólogo deve seguir o que encontra na sociedade que escolheu estudar: a organização social, os valores e sentimentos do povo, e assim por diante. É desejável que o antropólogo estude mais de uma sociedade, embora isso nem sempre seja possível. Se realiza apenas um estudo é inevitável que perceba as instituições da sociedade estudada em contraste com as suas próprias, que contraste as ideias e valores desse povo com os de sua própria cultura, e isso apesar de todo o esforço corretivo implícito em seu conhecimento da literatura antropológica. O estudo de uma segunda sociedade possui também a vantagem de tornar o investigador mais experiente: ele já sabe que erros evitar, como iniciar mais rapidamente suas observações, como cortar caminho na investigação e como descernir sem  muito esforço  o que é relevante - pois pode  ver os problemas  fundamentais mais depressa. A desvantagem é que o período de publicação do material torna-se muito extenso. É esta ênfase britânica  na pesquisa de campo que, certamente, explica o desaparecimento do tão celebrado método comparativo. A batalha decisiva não se trava no campo, mas depois que se volta. Quando o pesquisador volta do campo, e tem que escrever um livro sovre a sociedade que estudou, é que a importância de uma fundamentação teórica geral sólida começa a se revelar. Em ciência, para que a observação empírica tenha validade, é preciso que ela seja guiada e inspirada por alguma visão geral sobre a natureza dos fenômenos estudados. Só assim as conclusões teóricas aparecerão como implicitamente contidas em uma descrição exata e exaustiva. 

sábado, 29 de outubro de 2011

Pôsters


A ABNT dispõe da NBR 15437 que estabelece as normas de apresentação para pôsteres técnicos e científicos, válida desde 06.12.2006.Contém 3 páginas. Eu ainda  não possuo essa norma. Ela possui três páginas.Querendo maiores informações entrem no site da ABNT.Lá vocês poderão saber o preço da mesma e demais informações.
 
Atenciosamente,

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Artigos científicos

SEVERINO, Antônio Joaquim.Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.

Texto na íntegra(pág. 208)

5.8 Artigos científicos
Destinados especificamente a serem publicados em revistas e periódicos científicos, esta modalidade de trabalho tem por finalidade registrar e divulgar, para público especializado, resultados de novos estudos e pesquisas sobre aspectos ainda não devidamente explorados ou expressando novos esclarecimentos sobre questões em discussão no meio científico.
O artigo tem a estrutura comum ao trabalho científico em geral, mas quando relacionado aos resulltados de uma pesquisa, deve destacar os objetivos, a fundamentação e a metodologia da mesma, seguindo-se a análise dos dados envolvidos e as conclusões a que se chegou, completando-se com o registro das referências bibliográficas e documentais.
Quanto à formatação técnica do texto, as revistas e periódicos costumam estabelecer normas específicas para a publicação dos artigos, cabendo ao autor se inteirar delas antes de enviar seu trabalho à editora.

domingo, 17 de julho de 2011

Referências de documentos - casos mais específicos

Caros visitantes!



O blog já possui uma postagem sobre como referenciar seus documentos, mas resolvi adicionar, aqui, algumas especificidades que surgem em alguns documentos e como agir com relação aos mesmos. Colocarei exemplos fictícios para um maior entendimento.


1 - Se o documento não tiver indicação do local de publicação utilizaremos a seguinte simbologia [S.l.] (sine loco), entre colchetes.
Exemplo.
OLIVEIRA, Albanita Lins. A fotografia no ensino-aprendizagem. [S.l.]: Cactus, 2011.




2 - Se o documento não apresentar a editora, utilizaremos [s.n.] (sine nomine), entre colchetes.
Exemplo:
OLIVEIRA, Albanita Lins. A fotografia no ensino-aprendizagem. Natal: [s.n.], 2011.


3 - Se o documento não apresentar nem local nem a editora, utilizaremos [S.l.]: [s.n.].
OLIVEIRA, Albanita Lins. A fotografia no ensino-aptrendizagrm. [S.l.]: [s.n.], 2011.


4 - Se ao consultar o documento você não consegue saber o local, a editora nem uma data certa.Coloque uma data provável. Você que está realizando uma pesquisa conseguirá através do conteúdo do documento e com a ajuda de seu orientador colocar uma data próvável na referência do mesmo.
E ficará assim [S.l.: s.n., 2011?].
Exemplo:
OLIVEIRA, Albanita Lins. A fotografia no ensino-aptrendizagrm. [S.l.: s.n., 2011?].
Observação para esse caso com relação a citação no interior do trabalho.
Lá, você colocará o ano sem essa interrogação da referência. E a citação ficará como as outras: (OLIVEIRA, 2011) ou Segundo Oliveira(2011).Se for citação direta devemos acrescentar as páginas. Já temos postagem sobre citação.


Atenciosamente,

Estrutura formal de um trabalho científico

SEVERINO, Antônio Joaquim.Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.
Capítulo IV - A pesquisa na dinâmica da vida universitária.

4.2.3 Análise dos dados e a construção do raciocínio demonstrativo

O texto abaixo encontra-se nas páginas 149-150 da obra citada acima.

[...].
Do ponto de vista da estrutura formal, o trabalho tem três partes fundamentais: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. È dentro dessa estrutura que se desenvolverá o  raciocínio demonstrativo do discurso em questão.
A introdução, quando for o caso, levanta o estado de questão, mostrando o que já foi escrito a respeito do tema e assinalando a relevância e o interesse do trabalho. Em todos os casos, manifesta as intenções do autor e os objetivos  do trabalho, enunciando seu tema, seu problema, sua tese e os procedimentos que serão adotados para o desenvolvimento do raciocínio. Encerra-se com uma justificação do plano de trabalho. Lendo a introdução, o leitor deve sentir-se esclarecido a respeito do teor da problematização do tema do trabalho, assim como a respeito da natureza do raciocínio a ser desenvolvido. Evitem-se intermináveis retrospectos históricos, a apresentação precipitada dos resultados, os discursos grandiloquentes. Deve ser sintética e versar única e exclusivammente sobre a temática intrínseca do trabalho. Note-se que é a última parte do trabalho a ser escrita.
O desenvolvimento corresponde ao corpo do trabalho e será estruturado conforme as necessidades do plano definitivo da obra. As subdivisões dos tópicos do plano lógico, os itens, seções, capítulos etc.  surgem da exigência da logicidade e da necessidade de clareza e não de um critério puramente espacial. Não basta enumerar simetricamente os vários itens: é preciso que haja subtítulos portadores de sentido. Em trabalhos científicos, todos os títulos de capítulos ou de outros itens devem ser temáticos e expressivos, ou seja, devem dar a ideia exata do conteúdo do setor que intitulam.
A fase de fundamentação lógica do tema deve ser exposta e provada; a reconstrução racional tem por objetivo explicar, discutir e demonstrar(SALOMON, 1973). Explicar é tornar evidente o que está implícito, obscuro ou complexo; é descrever, classificar, definir. Discutir é comparar as várias posições que se entrechocam dialeticamente. Demonstrar é aplicar a argumentação apropriada à natureza do trabalho. É partir de verdades garantidas para novas verdades.
A conclusão é a síntese para a qual caminha o trabalho. será breve e visará recapitular sinteticamente os resultados da pesquisa elaborada até então. Se o trabalho visar resolver uma tese-problema e se, para tal, o autor desenvolver uma ou várias hipóteses, através do raciocínio, a conclusão aparecerá como um balanço do empreendimento. O autor manifestará seu ponto de vista sobre os resultados obtidos, sobre o alcance dos mesmos.
Quando o trabalho é essencialmente analítico e comporta uma pesquisa positiva sobre o pensamento de outros autores, esta conclusão pode ser fundamentalmente crítica. Quando, porém, a crítica é mais desenvolvida, entrará no corpo do trabalho como um capítulo.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A documentação

SEVERINO, Antônio Joaquim.Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.

Capítulo IV - A pesquisa na dinâmica da vida universitária
O texto abaixo encontra-se nas páginas 146-148 da obra citada acima.

À medida que se procede a leitura e que elementos importantes vão surgindo, faz-se a documentação. Trata-se de tomar nota de todos os elementos que serão utilizados na elaboração do trabalho científico.
Quando se fala aqui de documentação, refere-se à tomada de apontamentos durante a leitura de consulta e pesquisa. Eses apontamentos servem de matéria-prima para o trabalho e funcionam como um primeiro estágio de rascunho. É desaconselhável tomar notas em cadernos, de maneira sequencial, asssim como também não é prático assinalar no próprio texto as passagens importantes que eventualmente serão aproveitadas  através de citações na redação final do trabalho. Essa técnica, se tiver alguma utilidade, só a terá para a leitura analítica.
Os elementos julgados válidos devem ser transcritos nas fichas de documentação.Mas o que exatamente e como se deve transcrever na ficha de documentação? Passa-se para a ficha alguma passagem completa do texto que se lê, caso em que se deve transcrever ao pé da letra, colocando-se tudo entre aspas e citando  a fonte; em outros casos faz-se apenas a síntese das ideias em questão; nesta hipótese, as aspas são dispensadas, mas mantém-se a citação da fonte. Conforme o hábito pessoal, a transcrição nas fichas será feita interrompendo-se a leitura(o que é mais aconselhável) ou, então, primeiramente será feita uma leitura completa do texto pesquisado, assinalando-se levemente as passagens importantes, transcrevendo-as em seguir.
As fichas de documentação contém, além do corpo da citação e referências indicadoras da fonte,  um título  e um subtítulo que permitem identificá-las e classificá-las. Esses títulos, colocados ao alto à direita, são definidos pelas ideias diretrizes do roteiro provisório. Igualmente, quando surge uma ideia nova, um aspecto até então despercebido, lança-se um novo título nas fichas de documentação e o material passa a fazer parte do plano de trabalho.
A técnica da documentação em fichas tem, do ponto de vista didático, no contexto universitário brasileiro, a vantagem de permitir eficiência, no trabalho em equipe, garantindo a participação  complementar de todos os membros do grupo. Com efeito, parte-se de um roteiro comum e os integrantes da equipe pesquisam isoladamente, cada um lendo e documentando textos diferentes. No fim das pesquisas, as fichas de fontes diferentes são agrupadas conforme os temas definidos pelos títulos e subtítulos, faltando apenas a construção posterior do trabalho. As fichas são redistribuída de acordo com os vários momentos do trabalho,  cabendo a cada participante da equipe compor uma parte do trabalho.
Durante a pesquisa, ou em outras circunstâncias da vivência intelectual, o leitor sempre pode ter idéias próprias sobre algum dos tópicos que está discutindo. As fichas de documentação servem também para registrar essas ideias que, se não forem logo gravadas, acabam perdendo-se. Enfim, nesta fase do trabalho, tudo o que interessar ao mesmo deverá ser transposto para as fichas que formarão o acervo do material com o qual se trabalhará na construção formal do novo texto.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Pesquisa e prática da documentação

SEVERINO, Antônio Joaquim.Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.

Capítulo IV - A pesquisa na dinâmica da vida universitária
O texto abaixo encontra-se nas páginas 144-146 da obra citada acima.

4.2.2. A atividade de pesquisa e a prática da documentação


Terminado o levantamento das fontes, é chegado o momento de se iniciar o trabalho da pesquisa propriamente dita, o momento de leitura e da coleta de dados.


EXPLORAÇÃO DAS FONTES BIBLIOGRÁFICAS
Antes de começar a explorar suas fontes documentais, o pesquisador deve ter presente a estrutura geral de seu trabalho, anunciada no Projeto. Serão essas ideias que nortearão a leitura e a pesquisa que se iniciam. A  visualização dessas etapas, base para a futura estruturação do trabalho final, é um valioso roteiro para o desenvolvimento da atividade investigativa. Obviamente, este plano é sempre provisório, podendo ser alterado em decorrência do próprio desenvolvimento da pesquisa.
De posse de um roteiro de ideias, parte-se para a análise dos documentos em busca dos elementos que se revelam importantes para o trabalho.
A primeira medida, no entanto, é operar uma triagem em todo o material recolhido durante a elaboração da bibliografia. Nem tudo será necessariamente lido, pois nem tudo interessará devidamente ao tema a ser estudado. Os documentos que se revelarem pouco pertinentes ao tema serão deixados de lado. Para presidir a essa triagem, utilizem-se as resenhas, que permitem avaliar a utilidade do documento em questão. Na falta deles, além da opinião de especialistas, o melhor caminho é tomar contato direto com a obra, lendo seu sumário, o prefácio, a introdução, as "orelhas", assim como algumas passagens do seu texto, até o momento em que se possa ter dela uma opinião.
Uma vez definidos os documentos a serem pesquisados, procede-se à leitura combinando o critério de atualidade com o critério da generalidade para o estabelecimento da ordem de leitura. Inicia-se pelos textos mais recentes, e mais gerais, indo para os mais antigos e mais particulares. As obras recentes geralmente retomam as contribuições significativas do passado, dispensando assim a volta a um texto superados. Observar, contudo, que obras clássicas dificilmente perdem seu valor de atualidade. Já na questão da generalidade, atentar para as condições de quem está fazendo o trabalho, levando em conta o nível em que se encontra, a dificuldade do tema, a familiaridade do autor com o asssunto e com a área em que é tratado. Feitas essas ressalvas, a ordem lógica é partir das obras gerais, enciclopédias, dicionários, tratados etc., chegando as monografias especializadas e aos artigos de revistas, muito importantes devido a sua atualidade.
A essa altura dá-se início à leitura. Note-se, contudo, que já não se trata de uma leitura analítica desses documentos em vista da reconstituição do processo do raciocínio do autor. Mesmo quando a leitura integral do texto se fizer necessária, ela será feita tendo em vista o aproveitamento direto apenas daqueles elementos que sirvam para articular as ideias do novo raciocínio que se desenvolve. Os elementos a serem recolhidos visam reforçar, apoiar e justificar as ideias pessoais formuladas pelo autor do trabalho. Esses elementos retirados das várias fontes dão às várias afirmações do autor, além do material sobre o qual se trabalha, a garantia de maior objetividade fundada no testemunho e na verificação de outros pensadores. 

Portal Domínio Público

Caros amigos!


O Portal Domínio Público surgiu em 2004.Coloca uma biblioteca virtual à disposição de todos de forma livre e gratuita. Nessa biblioteca nós temos amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas(na forma de textos, sons, imagens e vídeos).


Visitem e indiquem essa rica Biblioteca Virtual.


http://www.dominio.publico.gov.br/


Atenciosamente,

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Pesquisa científica na internet

SEVERINO, Antônio Joaquim.Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.

Capítulo IV - A pesquisa na dinâmica da vida universitária
O texto abaixo encontra-se nas páginas 140-142 da obra citada acima.
Pesquisa científica na internet
O que se pode pesquisar na internet? Como se trata de uma enorme rede, com um excessivo volume de informações, sobre todos os domínios e assuntos, é preciso saber garimpar, sobretudo dirigindo-se a endereços certos. Mas quando ainda não se dispõe desse endereço, pode-se iniciar o trabalho tentando exatamente localizar os endereços dos sites relacionados ao assunto de interesse. Isso pode ser feito através dos Web Sites de Busca, assim designados programas que ficam vinculados à própria rede e que se encarregam de localizar os sites a partir da indicação de palavras-chave, assuntos, nomes de pessoas, de entidades etc. Entre os mais correntes e poderosos, citam-se


o Google (http://www.google.com.br/),
o Yahoo (http://www.yahoo.com/),
o Alta Vista ( http://www.altavista.com/),
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De particular interesse para a área acadêmica são os endereços das próprias bibliotecas das grandes universidades, que colocam à disposição, assim, informações de fontes bibliográficas a partir de seus acervos documentais. Cabe assinalar que esses catálogos são encontrados também em CDs que podem ser consultados diretamente pelo usuário seja nos equipamentos de outras bibliotecas, seja em seu equipamento particular, uma vez que tais CDs são comercializados como se fossem livros.
Desse modo, está ocorrendo uma complementaridade entre os acervos informatizados e os acervos tradicionais das bibliotecas.
Também são acessíveis, via Internet, os catálogos das editoras. Por exemplo, o endereço http://www.booknet.com.br/ fornece  informações sobre os lançamentos editoriais, permitindo identificação de fontes bibliográficas.
Traz registro de dissertações e teses, defendidas em todas as áreas de conhecimento, nas diversas unidades da Universidade de São Paulo.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Órgão do Ministério do Planejamento, responsável pelo levantamento, sistematização e divulgação dos indicadores conjunturais relativos aos diversos campos da atividade nacional, mantendo-os atualizados.

Centro Latino-americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde, criado pela OPAS - Organização Pan-Americana de Saúde, sistematiza e divulga informação técnico-científica na área da Saúde, incluindo a Biblioteca virtual da área da Saúde e Banco de Dados.

Portal brasileiro que traz bases de dados, bibliotecas virtuais, eventos científicos e portais temáticos nas diversas áreas do conhecimento.

Banco de dados da PUC do Rio de Janeiro. Centro Digital de Referência com base na integração do ambiente de ensino assistido por tecnologia de informação baseada na WEB com o ambiente de biblioteca/arquivo/museu digital, recriando-se a associação de uma instituição de ensino/pesquisa com uma biblioteca.

Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Como centro nacional de pesquisa, de intercâmbio científico, de formação, treinamento e aperfeiçoamento de pessoal científico, tem por finalidade contribuir para o avanço da ciência, da tecnologia e da inovação tecnológica do país, por intermédio do desenvolvimento da comunicação e informação nessas áreas.

Igualmente, jornais e revistas, instituições de pesquisas e entidades culturais possuem seus endereços e podem ser acessados para os mesmos fins.
Para copiar os resultados da pesquisa julgados relevantes e que precisam ser guardados para ulterior exploração, basta clicar no comando correspondente. O programa de navegação vai perguntar se quer salvar ou abrir o arquivo. Basta escolher opção "Salvar em disco" e indique a pasta onde ele deve ser arquivado.
O registro bibliográfico das fontes localizadas na rede Internet é feito de acordo com normas específicas de referenciação, conforme indicação nas páginas 194-196.



terça-feira, 5 de julho de 2011

Cronograma - exemplo

Nos projetos, colocamos um cronograma. Resolvi colocar, aqui, um exemplo de um cronograma. Para que as pessoas que estejam envolvidas com a elaboração de projetos tenham uma idéia da estrutura de um cronograma.

CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO



ATIVIDADES
1999

SETEMBRO

OUTUBRO
NOVEMBRO
DEZEMBRO
DIAGNÓSTICO
X



ELABORAÇÃO DO PROJETO


X

X

X



CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO




ATIVIDADES
2000

JAN

FEV

MAR

ABR

MAI

JUN

JUL

AGO

SET

OUT

NOV

DEZ


EXECUÇÃO
DO
PROJETO



X


X


X


X


X


X


X


X


X


X


X


X


Atenciosamente,
Albanita Lins de Oliveira